# Iso no sekushariti: registro bibliográfico de 1991

> Verbete da Open Library sobre o livro japonês Iso no sekushariti, de Tatsuro Ishii (1991), catalogado sob homossexualidade e travestismo. O registro é uma pista histórica, não o texto integral da obra.

- Tema: Livros
- Tags: livro japonês, tatsuro ishii, história lgbt, travestismo, biblioteca, 1991, estudos de gênero
- URL: https://camarimcross.com.br/a/iso-no-sekushariti-registro-bibliografico-de-1991
- Fonte original: Open Library - livros (https://openlibrary.org/works/OL9949962W)
- Atualizado: 2026-11-01

Iso no sekushariti: o que o registro da Open Library revela
A página da Open Library dedicada a *Iso no sekushariti* é um verbete de catálogo, não uma edição completa nem uma resenha. Ela reúne informações básicas sobre uma obra publicada em 1991 e assinada por Tatsuro Ishii. Para quem pesquisa crossdressing, expressão de gênero e história da sexualidade, esse tipo de registro vale como ponto de partida: mostra que o tema circulava em publicações japonesas e permite localizar a obra em bibliotecas ou acervos.

## O que está registrado

O verbete informa:

- título romanizado: *Iso no sekushariti*;

- autoria: Tatsuro Ishii;

- primeira publicação: 1991;

- assuntos associados: homossexualidade e travestismo.

A ficha não traz, no material consultado, sinopse, sumário, nome da editora, número de páginas, idioma original detalhado ou tradução. Também não há link para texto integral. Portanto, qualquer afirmação sobre o conteúdo interno do livro exigiria consulta à obra física ou a uma biblioteca que a disponibilize. O registro serve, antes de tudo, como referência bibliográfica.

## Por que uma ficha de 1991 ainda interessa

Catálogos ajudam a reconstruir a história das palavras e das categorias. Em 1991, termos como “travestismo” apareciam em bibliotecas, estudos acadêmicos e classificações médicas com sentidos diferentes dos atuais. Hoje, crossdresser, drag, travesti, pessoa trans e pessoa não binária são identidades e práticas distintas; não devem ser tratadas como sinônimos nem como diagnóstico. Ao encontrar um assunto antigo em um catálogo, o cuidado é ler esse vocabulário como documento histórico, não como definição definitiva de quem as pessoas são.

No caso brasileiro, essa discussão dialoga com avanços de direitos, como o uso do nome social e o reconhecimento pelo STF da criminalização da LGBTfobia. Ainda assim, a consulta a obras antigas pode ajudar a entender como a visibilidade de gênero e sexualidade foi descrita em outros contextos.

## Como usar este registro na prática

- Anote título, autoria e ano para pedir a obra em bibliotecas universitárias ou públicas.

- Verifique se existe tradução para português ou inglês em catálogos como WorldCat, Bibliotecas da USP ou acervos japoneses.

- Confira a ficha antes de comprar: sites de livros usados podem não ter a edição correta.

- Se for pesquisar o tema, compare o vocabulário de 1991 com produções atuais e registre a diferença entre “categoria de biblioteca” e “identidade vivida”.

## Limites do verbete

A ausência de resumo é o principal limite. Não se sabe, apenas por esta página, se o livro é ensaio, pesquisa acadêmica, crônica ou outro gênero. Também não é possível afirmar se a abordagem é afirmativa, clínica, histórica ou crítica. Por isso, este texto não substitui a leitura da obra; ele apenas organiza o que o registro público oferece.

Para quem se interessa por história cultural, o verbete é útil como pista. Para quem procura apoio prático sobre crossdressing hoje, a recomendação é combinar fontes atuais, grupos de apoio e materiais de segurança — não usar termos antigos como se fossem regras sobre a vida de alguém.

## Cuidados ao pesquisar

Ao procurar a obra em lojas ou sebos, confirme o idioma, a edição e a idoneidade do vendedor. Evite compartilhar documentos ou endereço em plataformas desconhecidas. E lembre-se: informação histórica não é receita de identidade. Cada pessoa tem o direito de se descrever com as palavras que escolher.

## Segurança

- Termos do catálogo de 1991 podem soar datados; não os use para diagnosticar ou rotular pessoas.
- O verbete não oferece texto integral; confirme edição e conteúdo antes de tirar conclusões.
