Livro

Título
I was a white slave in Harlem
Autoria
Margo Howard-Howard
Ano
1988

Um registro bibliográfico, não uma resenha

A Open Library mantém uma ficha do livro I Was a White Slave in Harlem, de Margo Howard-Howard. A primeira publicação é de 1988. O registro reúne dados como autoria, ano, temas e localização e serve para localizar a obra em bibliotecas e catálogos; ele não apresenta o texto completo nem uma sinopse extensa. Por isso, este artigo fala do que a ficha informa e de como ela pode ser útil, sem inventar detalhes do enredo.

O que a ficha lista

  • Título original: I Was a White Slave in Harlem.
  • Autoria: Margo Howard-Howard.
  • Primeira publicação: 1988.
  • Assuntos: biografia, transvestites, female impersonators, cross-dressers, Nova York (biografia) e Harlem.
  • Natureza do material: livro de teor biográfico e memorialístico, conforme os assuntos catalogados.

Por que esse livro aparece em um portal sobre crossdressing

O registro associa a obra a termos que, em inglês, aparecem em catálogos antigos e em estudos sobre expressão de gênero: transvestites, female impersonators e cross-dressers. Isso indica que o livro pode interessar a quem pesquisa a história do crossdressing, das performances femininas e das comunidades LGBTQIA+ em Nova York. A menção ao Harlem também sugere um recorte urbano e cultural que vale ser lido com contexto histórico.

É importante não transformar essa ficha em algo que ela não é. A Open Library não traz, nesse registro, uma resenha assinada, uma lista de capítulos ou uma descrição detalhada do conteúdo. Portanto, o mais honesto é tratar o livro como uma referência a ser investigada em bibliotecas, sebos e acervos universitários, e não como um manual prático de maquiagem, moda ou saída.

Cuidado com os termos e com o título

Os vocábulos usados na catalogação merecem atenção. Cross-dresser costuma se referir a alguém que se veste com roupas socialmente associadas a outro gênero, sem que isso defina orientação sexual ou identidade de gênero. Female impersonator é uma expressão histórica ligada à performance artística. Já travesti, no Brasil, é uma identidade política e social específica, e não deve ser tratada como sinônimo de crossdresser, drag queen, pessoa trans ou pessoa não binária. São experiências diferentes, com histórias próprias.

O título original também chama atenção pelo tom forte. Sem uma sinopse na fonte, não é possível afirmar qual é o enredo, o tom da narrativa ou o propósito da autora. O leitor deve evitar conclusões apressadas e buscar edições com introdução, orelha ou estudos críticos que ajudem a situar a obra no tempo e no debate sobre raça, classe, gênero e cidade.

Como usar essa referência na prática

Se você pesquisa crossdressing, história LGBTQIA+ ou memórias urbanas, este registro pode entrar em uma bibliografia inicial. Alguns caminhos úteis:

  • procure o título em catálogos de bibliotecas públicas e universitárias;
  • verifique se há edição em sebo ou em acervo digital legalizado;
  • confira resenhas acadêmicas e livros sobre a cena de Nova York no século XX;
  • leia a obra com atenção ao vocabulário da época, sem transportar termos antigos como se fossem equivalentes automáticos dos atuais.

A ficha não confirma disponibilidade para empréstimo nem existência de versão em português. Essas informações precisam ser checadas em cada biblioteca ou loja.

Segurança e privacidade

Ao buscar edições usadas, prefira sebos e plataformas com reputação, desconfie de preços muito baixos e evite compartilhar dados pessoais em anúncios informais. Para quem pesquisa temas de gênero, também vale proteger a identidade online: use apelidos e não divulgue endereço, local de trabalho ou documentos em grupos abertos. A leitura histórica é valiosa, mas não precisa custar sua privacidade.

Segurança

  • Ao comprar edições usadas, prefira sebos e plataformas com reputação e evite expor dados pessoais em anúncios informais.
  • Termos antigos de catálogo não devem ser usados para confundir crossdresser, drag, travesti, pessoa trans e não binária.
Fonte original

Este texto foi reescrito e adaptado para o português a partir de Open Library - livros (dados abertos). Recomendamos a leitura do original.

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